Diversificação de investimentos: 3 dicas para seu planejamento financeiro

Ao procurar por “como economizar dinheiro” ou “planejamento financeiro” no Google, você encontra centenas e até milhares de publicações com ensinamentos para melhorar a saúde do seu bolso e investir melhor o seu dinheiro. Mas existe uma dica essencial e que muitos destes textos não abordam: a diversificação de investimentos.

O que é diversificação de investimentos?

A diversificação de investimentos é uma atitude importante para quem quer proteger o seu patrimônio e lidar da melhor maneira possível com as oscilações de mercado. Ela consiste em nada mais do que evitar a concentração de seu capital, distribuindo-o entre produtos  com prazos, rentabilidades e de classes de ativos diferentes. Com isso, você potencializa os ganhos e, sobretudo, evita perder dinheiro se quaisquer um deles sofrer uma grande queda de valor.

Essa estratégia de diversificação de investimentos não depende de quanto você tem aplicado. Ela é ideal para todos os perfis de investidor, que devem estudar o mercado para entender o que têm à sua disposição e, assim, tomar as melhores decisões sobre como distribuir o seu dinheiro.

É importante ressaltar que a simples contratação de diferentes aplicações não é sinônimo de diversificação de investimentos. Por exemplo, se todas elas rendem de acordo com o IPCA, você fica totalmente refém deste indexador, para o bem e para o mal. Para ter uma carteira verdadeiramente diversificada e atingir seus objetivos financeiros com mais saúde e segurança, é preciso que o capital seja aplicado em fundos atrelados a diferentes cálculos de rendimentos.

Outras dicas para o seu planejamento financeiro

Algumas outras estratégias simples também ajudam no planejamento financeiro de qualquer pessoa, sem importar o quanto ela tenha para investir e qual a sua experiência nisso.

Anote todos os gastos e gaste de acordo com os seus ganhos

Essa pode parecer uma dica muito trivial, mas ela é essencial sobretudo para quem quer começar a investir. É impossível saber quanto se pode aplicar em um investimento se não se sabe quanto de dinheiro disponível há para isso. Muitas vezes pode parecer que “não sobra nada no fim do mês”, mas pequenos ajustes são o suficiente para que isso comece a acontecer.

Atualmente, há diferentes sites e aplicativos para smartphone que não apenas funcionam como as antigas planilhas ou caderninhos, como também são capazes de apresentar um feedback completo sobre cada centavo que sai do seu bolso. Muitos usuários acabam percebendo a quantidade enorme de gastos supérfluos.

Depois de entender o quanto você ganha e gasta, existe outra técnica que ajuda a balancear o orçamento, organizar as despesas, melhorar o planejamento financeiro e ainda começar a guardar dinheiro. É a chamada regra do 15-35-50. De acordo com ela, você deve dedicar:

– 15% da renda para prioridades financeiras, como quitação de dívidas ou reserva de emergência e investimentos;

– 35% para estilo de vida, como viagens, salão de beleza, restaurantes, internet e celular;

– 50% para os gastos essenciais, como moradia, educação, saúde, alimentação e transporte.

Vale lembrar que, caso existam dívidas muito grandes, talvez seja necessário reequilibrar um pouco as proporções para que elas possam ser quitadas.

Defina metas

É muito mais fácil fazer um planejamento financeiro com as metas definidas. Isso inclusive ajuda a determinar a sua diversificação de investimentos, afinal, você saberá quais são os planos a curto, médio e longo prazo e poderá adequar as suas aplicações a cada um deles.

Se você sabe onde quer chegar, quanto quer ganhar e quando precisa deste dinheiro, você sabe como investir. O plano é uma viagem em 3 anos? Certamente a escolha ideal não é um fundo cujo resgate demora o triplo disso. Já está pensando na aposentadoria? Aí sim o longo prazo é a resposta. Mas somente sabendo quais são as suas próprias metas, você poderá atingí-las.

Estude o mercado antes de investir

Do mesmo jeito que você certamente não deixaria a sua carteira aberta por aí, você também não quer aplicar o seu capital sem saber onde ele está e como ele está trabalhando para você.

Busque diferentes fontes de notícias, blogs especializados e informe-se sobre o mercado. Somente assim você será capaz de direcionar bem o seu dinheiro. Se você conversar apenas com o gerente do seu banco, por melhores que sejam as intenções dele, as suas opções de aplicação serão limitadas às ofertas e prioridades comerciais da instituição.

Ele, por exemplo, não irá mencionar o investimento em moedas digitais. Como o nome já sinaliza, ela é totalmente eletrônica, ou seja, ela não não é impressa e todas as suas movimentações acontecem pela internet, protegidas pela criptografia. É o caso do Bitcoin. Ao contrário de outras moedas, ele é descentralizado, ou seja, não está ligado a nenhum Governo ou Instituição Financeira. Toda a gestão acontece de maneira independente, garantindo que ela seja mais democrática.

Investir em Bitcoin com a Obit

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